Muitas são as mulheres que deram sua colaboração à ciência em tempos que delas se esperavam apenas que fossem boas mães e cuidassem de seus filhos e maridos. Bordar e ir a eventos sociais era o máximo que muitas podiam almejar. Em alguns lugares e épocas, eram tidas até como criaturas inferiores, como em Atenas, na Idade do Ouro, onde eram consideradas superiores somente aos animais domésticos e, por isso, não tinham nenhum direito humano.

Apesar de toda essa adversidade a que tinham de submeter-se, muitas mulheres conseguiram sobressair-se e são, até hoje, admiradas por sua persistência e inteligência. Esse é o caso da cientista Marie Curie.

Embora tivesse ganho o Prêmio Nobel (e pouco tempo depois passasse a ser a única pessoa a ganhar duas vezes), Marie Curie (1867-1934) teve negada sua entrada como membro da Academia Francesa de Ciências simplesmente por ser mulher.

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Na década de 1830, mais de cem anos antes da primeira geração de computadores modernos, Charles Babbage, o matemático inglês, desenhou um "motor analítico" capaz de realizar as quatro funções principais do cálculo: operação aritméticas, memória, escolha da sequência computada e output e input numéricos.

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Filha do poeta britânico Lord Byron, Augusta Ada Byron (1815 - 1852), também conhecida como Ada Lovelace, entrou para a história como a primeira programadora. A Condessa de Lovelace, era ótima matemática e colaboradora de Charles Babage, que desenhou os princípios do primeiro computador digital. São atribuídos a ela as ideias essenciais sobre a programação de computadores, que aperfeiçoadas, são válidas até hoje. 

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